SEPE presente na formação Participa+ para lideranças do movimento social em defesa do SUS
- sepeangra

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Na condição de membro da Comissão Intersetorial de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (CISTT), vinculado ao Conselho Municipal de Saúde (CMS) de Angra dos Reis, o SEPE Angra-Paraty esteve presente, nos dias 26 e 27, no Participa+ – Formação para o Controle Social do SUS. O Projeto Participa+ em defesa do SUS tem como objetivo qualificar a atuação de conselheiras e conselheiros de saúde e lideranças de movimentos sociais e, ao mesmo tempo, qualificar mais pessoas para exercer um controle social cada vez maior e a defesa do Sistema Único de Saúde.
O Participa+ é uma parceria entre o Conselho Nacional de Saúde (CNS), através da Comissão Intersetorial de Educação Permanente para o Controle Social do SUS (CIEPCSS), o Centro de Educação e Assessoramento Popular (CEAP), a Organização Panamericana de Saúde (OPAS) e a Organização Mundial de Saúde (OMS). O projeto conta também com o apoio e engajamento de vários movimentos sociais e entidades com atuação no direito humano à saúde, além da participação direta dos Conselhos Estaduais de Saúde, suas Comissões de Educação Permanente e vários Conselhos Municipais de Saúde.
Quem depende de planos de saúde sabe da lógica empresarial que rege essas instituições, que veem a doença como negócio e a saúde como commodity. Por isso, é fundamental defender e fortalecer o Sistema Único de Saúde como um direito fundamental e única alternativa à lógica mercantilista dessas corporações que fazem do acesso à saúde um negócio.

O Participa+ aconteceu no Hotel do Bosque, em Mambucaba, tendo sido a primeira vez, nos dez anos de existência do projeto, em que ocorreu uma formação no Rio de Janeiro. A formação contou com conselheiros de saúde, lideranças sindicais e do movimento popular de Angra, Paraty, Mangaratiba, mas também recebeu representantes de outros municípios do estado, como Rio das Ostras e São José de Ubá, no Noroeste fluminense. Vale destacar também a qualidade do material de apoio e, principalmente, a qualidade do trabalho das educadoras populares Andrêza Fernandes e Daiane Fernandes, que vieram de Minas Gerais e Alagoas para dar um show de conhecimento, comunicação e disposição para a luta na condução da formação.




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